Então você acorda, com sua roupa de dormir (pijama, camisola, não importa), e você pensa; "Para que me trocar agora, se de toda forma irei sair depois?" E você resolve não se trocar e sim aguardar mais um pouco, aguardar para não se trocar a toa, aguardar porque está sol, está quente, e se trocar na hora só iria fazer você se trocar uma segunda vez devido ao calor e ao suor. Por que não? Você está em sua casa afinal.
Eis que alguém chega e te critica por estar com suas roupas de dormir... critica a educação que sua mãe te deu. Diz a ela "se você tivesse educado sua filha, ela não andaria pela casa com essas roupas". Engraçado, não? Estamos no século XXI, e ainda sim pensamentos de séculos passados prevalecem. As pessoas te julgam pelo que você usa, pelo que você é - ou melhor, pelo que você aparenta ser. E você não pode nem se dar ao luxo de se estressar com isso, porque depois "você é estressada", "você se irrita fácil", VOCÊ é a ignorante. VOCÊ, que estava apenas com a roupa que você queria na SUA casa.
Mas tudo bem, a vida é assim mesmo. As pessoas não conseguem lidar com suas próprias vidas e precisam tornar a das outras tão insuportável quanto, com suas picuinhas e draminhas desnecessários. Porque o errado nunca é "eu" e sim "você".
Eis que alguém chega e te critica por estar com suas roupas de dormir... critica a educação que sua mãe te deu. Diz a ela "se você tivesse educado sua filha, ela não andaria pela casa com essas roupas". Engraçado, não? Estamos no século XXI, e ainda sim pensamentos de séculos passados prevalecem. As pessoas te julgam pelo que você usa, pelo que você é - ou melhor, pelo que você aparenta ser. E você não pode nem se dar ao luxo de se estressar com isso, porque depois "você é estressada", "você se irrita fácil", VOCÊ é a ignorante. VOCÊ, que estava apenas com a roupa que você queria na SUA casa.
Mas tudo bem, a vida é assim mesmo. As pessoas não conseguem lidar com suas próprias vidas e precisam tornar a das outras tão insuportável quanto, com suas picuinhas e draminhas desnecessários. Porque o errado nunca é "eu" e sim "você".

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